Biblioteca Viva

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Concurso da Imagem ao Texto



ALUNOS PREMIADOS
2.º CICLO
1.º PRÉMIO - Beatriz Correia Barroco | n.º 4 | 6.º E | EB 2.3 de Taveiro
2.º PRÉMIO - Sara Loureiro | n.º 20 | 6.º A | EB 2.3 de Inês de Castro
3.º PRÉMIO - Raquel Pires | n.º 18 | 6.º C | EB 2.3 de Inês de Castro

3.º CICLO
1.º PRÉMIO - Matilde Isabel Roque Rodrigues | n.º 14 | 8.º C |EB 2.3 de Inês de Castro
1.º PRÉMIO - Iris Gomes | n.º 8 | 8.º A | EB 2.3 Inês de Castro
2.º PRÉMIO - Miguel Nuno Barroso | n.º 15 | 8.º C | EB 2.3 Inês de Castro

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MUITOS PARABÉNS A TODOS!

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Lembro-me…

«Entre a vasta obra do escritor João Pedro Mésseder, nós, alunos das turmas B e C do 8.º ano da Escola Inês de Castro do Agrupamento Coimbra Oeste, escolhemos o livro Lembro-me, por este nos parecer um precioso testemunho de tempos que, por sermos muito jovens, não vivemos, mas que não podemos nem queremos ignorar

Foi com estas inspiradas palavras que os nossos alunos introduziram a atividade que, no memorável encontro com o escritor, apresentaram na Casa da Cultura de Coimbra.
No início da sessão, a expectativa e o entusiasmo eram bem visíveis…







E que bom foi conhecer o autor, ouvindo-o falar da sua vida, da sua obra e do que é ser escritor…



As palavras que generosamente nos dirigiu permitiram-nos confirmar o que tínhamos aprendido sobre a génese da obra Lembro-me, uma vez que, na nota prévia, João Pedro Mésseder nos diz:

«Escrevi este texto em 2012, por dever de memória. […]
Pretendi transmitir o testemunho de alguém que, em 25 de Abril de 1974, tinha acabado de fazer dezoito [anos].
Dirigia-me, assim, a um público já nascido e crescido num país onde as liberdades democráticas são uma realidade – cada vez mais ameaçadas, é certo, apesar de duramente conquistadas pela luta do povo ao longo de quarenta e oito anos de ditadura salazarista e marcelista.
Trata-se, pois, do testemunho de alguém que ainda conheceu razoavelmente o Portugal dos anos sessenta e setenta do século XX e se dirige a quem, pela sua juventude, já não pôde, felizmente, conhecer esse país cinzento e triste. […]
Escrevi este texto, por dever de memória.»
 

E a apresentação correu tão bem que mereceu um especial aplauso de João Pedro Mésseder:
 
                   


Na sessão de autógrafos, foi muito bom receber o elogio do autor pelo trabalho apresentado. 
 
                  

Resta-nos dizer que ler a obra Lembro-me, de João Pedro Mésseder, foi um enorme prazer. Tão grande que a quisemos dar a ler aos outros.

Por dever de memória!