segunda-feira, dezembro 21, 2020

«VAMOS VIVER O NATAL»

 

Muito obrigada a todos os alunos e professores que participaram no desafio «VAMOS VIVER O NATAL», iniciativa promovida pela Biblioteca Municipal de Coimbra em articulação com as escolas do concelho de Coimbra integradas na Rede de Bibliotecas Escolares.

Numa 1.ª Fase, entre os inúmeros trabalhos apresentados a concurso, foram selecionados os seguintes para representarem o Agrupamento de Escolas Coimbra Oeste:



2.º CICLO


J. G. | 5.º A

Baseado na leitura do conto Certa Noite, num Estábulo..., de Guido Visconti





M. S. | 5.º C

Baseado na leitura do conto Certa Noite, num Estábulo..., de Guido Visconti





R. S. | 6.º A

Baseado na leitura do conto Certa Noite, num Estábulo..., de Guido Visconti





3.º CICLO


O. K. | 7.º D

Baseado na leitura do texto, de autor desconhecido, Lenda da Vela de Natal






B. N. | 8.º A

Baseado na leitura do texto, de autor desconhecido, Lenda da Vela de Natal




F. S. | 8.º A

Baseado na leitura do texto, de autor desconhecido, Lenda da Vela de Natal





Numa 2.ª Fase do Concurso, coube ao Júri a difícil tarefa de selecionar os trabalhos vencedores (três por nível de ensino), entre os trabalhos representantes de todas as escolas e agrupamentos do concelho de Coimbra.


E os resultados não poderiam ter sido mais gratificantes!


QUATRO trabalhos do nosso Agrupamento (dois do 2.º Ciclo e dois do 3.º Ciclo) foram VENCEDORES!



2.º CICLO


M. S. | 5.º C



R. S | 6.º A



3.º CICLO


O. K. | 7.º D


B. N. | 8.º A




MUITOS, MUITOS PARABÉNS A TODOS!

FELIZ NATAL e BOAS LEITURAS!





NOTA

Por uma feliz coincidência, muito recentemente, o conhecido escritor João Pedro Mésseder escreveu o seguinte:



LENDA DA VELA DE NATAL

04/12/2020


"Queres ouvir uma lenda de Natal antiga? Pois bem, vou contar-ta por palavras minhas. Ora escuta:


Morava num casebre um certo sapateiro; era no cruzamento de dois caminhos, não longe de uma aldeia pobre e triste. Nesse tempo, as pessoas ainda usavam velas e candeeiros a petróleo para se alumiarem, e lenha para se aquecerem e cozinharem.

Apesar de pobre, o sapateiro era homem bom e amigo de auxiliar quem precisasse. Por isso gostava de ajudar os viajantes que por ali passavam quando já era escuro, deixando todas as noites, na janela da sua casita, uma vela acesa, de modo a guiá-los. E, mesmo doente e às vezes com fome, o pobre homem nunca deixou de acender a vela, ajudando assim as pessoas a não se perderem.

Até que o rei e os homens mais poderosos do país entraram em guerra com os do país vizinho. E, com isto, todos os jovens da aldeia tiveram de partir, para combater no exército do seu rei, deixando a aldeia ainda mais triste e desgraçada.

Passaram meses, senão anos, e os habitantes do país, como acontece sempre que há guerras, viviam com privações e dificuldades cada vez maiores. Mães e pais, mulheres e noivas sofriam com a ausência dos seus filhos, maridos ou noivos. E não foram poucas as famílias que perderam os seus jovens na guerra.

Vendo a persistência do pobre sapateiro, que mesmo naqueles tempos duros e difíceis continuava a viver a sua vida com esperança e um coração bondoso, os habitantes da aldeia resolveram imitá-lo e, certa noite, precisamente na véspera de Natal, todos acenderam uma vela nas janelas das suas casas, iluminando assim toda a povoação. Como que por encanto, pela meia-noite os sinos da igreja começaram a soar ininterruptamente, anunciando a boa nova: a guerra terminara e os jovens regressavam enfim a casa!

Mulheres e homens puseram-se a gritar: “É milagre! O milagre das velas!”.

E é por isso, reza a lenda, que, a partir desse dia, acender uma vela na véspera de Natal se tornou tradição em muitos povos da Terra."


Texto inédito do escritor João Pedro Mésseder





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